Feeds:
Posts
Comentários

Arquivos para a Categoria ‘Poesias’

O livro de poesias As Sete Dores de Maria Santíssima, de Camilo Castelo Branco foi lançado no Brasil, na homenagem à 1ª Jornada Literária Mariana no Maranhão. A obra, publicada pela Ética Editora (Imperatriz – MA), tem 39 páginas, dístico de Coelho Neto, prefácio do arcebispo de São Luís, Dom José Belisário da Silva, e [...]

Read Full Post »

Camilo 2.0 – 1 ano de vida

ilustração de Camila Engman
“Um livro, anjo do céu, quero ofertar-to”

Camilo Castelo Branco
In Inspirações

Read Full Post »

A obra poética de Camilo já estava editada nas Obras Completas da Lello, publicadas sob a direcção de Justino Mendes de Almeida. Surge agora uma bela edição da poesia do autor de ‘Amor de Perdição’. Alguma datada, sentimentalista, outra reveladora de um belíssimo sonetista.
É uma antologia do Camilo poeta – a sua área menos estudada [...]

Read Full Post »

Hossana

O folheto intitulado Hossana de Camilo Castelo Branco é composto por poemas religiosos do escritor, impresso no Porto, em 1852, previamente publicado no jornal “Cristianismo”, e desde a 1ª edição, na obra, “Duas épocas da vida”, e em “Preceitos da consciência”.
Na primeira parte, apresenta as poesias religiosas, de pendor reflexivo, sobre os chamados «Sete [...]

Read Full Post »

A acácia do Jorge

Durante a febre
À porta do sepulcro, ainda volto a face
Para ver-te chorar, ó mãe do filho amado,
Que vê, como num sonho, a cena do trespasse…
- Sorve-lhe o eterno abismo o pai idolatrado.
Talvez que ele, a sonhar, te diga: “Mãe não chore
Que o pai há-de voltar…” Quem sabe se virei?
Quando a Acácia do Jorge ainda outra [...]

Read Full Post »

O folheto Salve, Rei!, poema escrito por Camilo, em Janeiro de 1852, foi dedicado a D. Miguel, que se encontrava no exílio, por quem nutria simpatia política e reconhecia como rei.
Adelino Felgueiras, bibliófilo, antigo professor de pintura, adquiriu um exemplar, recentemente durante num leilão, na cidade do Porto, pelo montante de 5400 euros!
Afirma este bibliófilo [...]

Read Full Post »

Isabelle Arsenault
“Tudo o que nos alegre, poema ou tolice, é um raio da misericórdia divina”
Camilo Castelo Branco
In “Cancioneiro Alegre”

Read Full Post »

Amigos cento e dez, e talvez mais
Eu já contei! Vaidades que eu sentia!
Pensei que sobre a terra não havia
Mais ditoso mortal entre os mortais.
Amigos cento e dez, tão serviçais,
Tão zelosos das leis da cortesia,
que eu já farto de os ver, me escapulia,
Ás suas curvaturas vertebrais.
Um dia adoecia profundamente,
Ceguei. Dos cento e dez, houve um somente
Que [...]

Read Full Post »