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Arquivos para a Categoria ‘Poesias’

Os Amigos

Amigos cento e dez, e talvez mais, Eu já contei. Vaidades que eu sentia! Supus que sobre a terra não havia Mais ditoso mortal entre os mortais. Amigos cento e dez, tão serviçais, Tão zelosos das leis da cortesia, Que eu já farto de os ver, me escapulia Às suas curvaturas vertebrais. Um dia adoeci [...]

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Salve, Rei!

Salve, Rei!, poesia de Camilo Castelo Branco dedicada ao rei Dom Miguel I ELUCIDAÇÃO Em 1911, quando faziamos ainda parte da redacção da Nação, reproduzimos naquelle periodico, n.o 15.255, de 13 de Outubro, a poesia “Salve, Rei!”, de Camillo Castello Branco, de que mandámos tirar uma separata, de 32 exemplares numerados, sendo 3 em papel [...]

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O teu livro

Um livro, anjo do céu, quero ofertar-to, Não rico d’instrução; pomposo e altivo De sentimento, sim! – Filho dest’alma, Nasceu-me entre gemidos, e martírios, E lágrimas de fel… Mal sabes quanto De profundo sofrer m’inspira os hinos Que ali dispersos vês nas pobres páginas, Tão pobres para ti, pérola augusta Da coroa do Senhor!… Mal [...]

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Soneto camiliano

Uma impressão original em cetim vermelho com um dos sonetos que Camilo Castelo Branco dedicou à prima-dona Laura Geordano, aquando da sua visita ao Porto em 1854, foi vendida por 950 euros à Biblioteca Nacional, durante o leilão da semana passada em Lisboa.

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O livro de poesias As Sete Dores de Maria Santíssima, de Camilo Castelo Branco foi lançado no Brasil, na homenagem à 1ª Jornada Literária Mariana no Maranhão. A obra, publicada pela Ética Editora (Imperatriz – MA), tem 39 páginas, dístico de Coelho Neto, prefácio do arcebispo de São Luís, Dom José Belisário da Silva, e [...]

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ilustração de Camila Engman “Um livro, anjo do céu, quero ofertar-to” Camilo Castelo Branco In Inspirações

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A obra poética de Camilo já estava editada nas Obras Completas da Lello, publicadas sob a direcção de Justino Mendes de Almeida. Surge agora uma bela edição da poesia do autor de ‘Amor de Perdição’. Alguma datada, sentimentalista, outra reveladora de um belíssimo sonetista. É uma antologia do Camilo poeta – a sua área menos [...]

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Hossana

O folheto intitulado Hossana de Camilo Castelo Branco é composto por poemas religiosos do escritor, impresso no Porto, em 1852, previamente publicado no jornal “Cristianismo”, e desde a 1ª edição, na obra, “Duas épocas da vida”, e em “Preceitos da consciência”. Na primeira parte, apresenta as poesias religiosas, de pendor reflexivo, sobre os chamados «Sete [...]

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A acácia do Jorge

Durante a febre À porta do sepulcro, ainda volto a face Para ver-te chorar, ó mãe do filho amado, Que vê, como num sonho, a cena do trespasse… – Sorve-lhe o eterno abismo o pai idolatrado. Talvez que ele, a sonhar, te diga: “Mãe não chore Que o pai há-de voltar…” Quem sabe se virei? [...]

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O folheto Salve, Rei!, poema escrito por Camilo, em Janeiro de 1852, foi dedicado a D. Miguel, que se encontrava no exílio, por quem nutria simpatia política e reconhecia como rei. Adelino Felgueiras, bibliófilo, antigo professor de pintura, adquiriu um exemplar, recentemente durante num leilão, na cidade do Porto, pelo montante de 5400 euros! Afirma [...]

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