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Posts Tagged ‘Deus’

Alma

Os que dão cegamente a sua alma a quem o não merece, e rogam a Deus o resgate dela, sentem-se livres
Camilo Castelo Branco
In Agulha do palheiro
Fonte: Público; Fotografia: Rafael Marchante/Reuters
Um homem em transe durante o festival que celebra o santo Moulay Abdessalam, em Tetuán. Milhares de peregrinos de todas as regiões de Marrocos deslocam-se todos [...]

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Instituição divina há uma só: o mundo.

Camilo Castelo Branco

As pessoas que ficaram sem casa no sismo de L’Aquila, cidade medieval de Abruzzo destruída na noite de segunda para terça-feira, celebraram ontem à noite a Vigília Pascal, no acampamento onde vivem.
Foto: Alessia Pierdomenico/Reuters
Fonte: Público de hoje

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Estômago

de Mazen Kerbaj
de Mazen Kerbaj
Ainda no “Coração, Cabeça e Estômago”, o Estômago é a parte do livro que menos tem a ver com os ideais de Camilo. Aqui, na realidade, ele não defende um positivismo prático, nem tem a convicção de que a felicidade se realiza no regresso à terra, apesar da personagem Silvestre Silva [...]

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A música das árvores

Ao reler Camilo, vejo-o reencontrar-se com as suas memórias No Bom Jesus do Monte[1], divagando e reflectindo uma última vez por entre os arvoredos “em rebates de saudade”. Este livro, onde relata amizades e amores que testemunhou ou viveu nas suas diversas estadas no sagrado monte entre 1835 e 1863, no dizer do próprio escritor [...]

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fotografia LA
Casa de Torre, Soutelo | Jan. 08

“A ignorância é o abismo da fé, porque a fé é um acto de inteligência”
Camilo Castelo Branco

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História da freira Bárbara Ubryk, emparedada num subterrâneo de um convento carmelita em Cracóvia, traduzida por Camilo Castelo Branco, da obra “Les amoureuses cloitrées”, prefaciada e provavelmente a editada pelo escritor.
Acabei de a ler ontem à noite, numa vertiginosa corrida para chegar ao fim. Está escrita na tonalidade de Camilo, abrilhantada com um “erotismo [...]

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Hossana

O folheto intitulado Hossana de Camilo Castelo Branco é composto por poemas religiosos do escritor, impresso no Porto, em 1852, previamente publicado no jornal “Cristianismo”, e desde a 1ª edição, na obra, “Duas épocas da vida”, e em “Preceitos da consciência”.
Na primeira parte, apresenta as poesias religiosas, de pendor reflexivo, sobre os chamados «Sete [...]

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Isabelle Arsenault
“Tudo o que nos alegre, poema ou tolice, é um raio da misericórdia divina”
Camilo Castelo Branco
In “Cancioneiro Alegre”

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Romance realista

A última frase do romance A Corja:

“Seja tudo pelo amor divino de Deus!”
Camilo Castelo Branco

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