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	<title>Camilo 2.0 &#187; Editores</title>
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		<title>Camilo 2.0 &#187; Editores</title>
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		<title>Novidade editorial</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Jun 2009 00:49:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luísa Alvim</dc:creator>
				<category><![CDATA[Amor de Perdição]]></category>
		<category><![CDATA[Editores]]></category>

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Amor de Perdição – Camilo Castelo Branco




Editora Difel
Este romance, ou novela, como pretendem alguns, tem um traço shakespeareano, e é o livro mais traduzido do escritor, tendo sido, também, adaptado ao cinema por várias vezes. Escrito na prisão, em 15 dias, assinala a fase de plena maturidade artística de Camilo Castelo Branco. Duas famílias nobres, os Botelho [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=camilo20.wordpress.com&blog=3067422&post=856&subd=camilo20&ref=&feed=1" />]]></description>
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<h2 style="text-align:center;">Amor de Perdição – Camilo Castelo Branco</h2>
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<p style="text-align:center;"><a rel="attachment wp-att-4152" href="http://camilo20.wordpress.com/?attachment_id=4152"><img title="Imagem2" src="http://bloguilibri.files.wordpress.com/2009/05/imagem215.jpg?w=195&amp;h=300&#038;h=300" alt="Imagem2" width="195" height="300" /></a></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Editora Difel</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Este romance, ou novela, como pretendem alguns, tem um traço shakespeareano, e é o livro mais traduzido do escritor, tendo sido, também, adaptado ao cinema por várias vezes. Escrito na prisão, em 15 dias, assinala a fase de plena maturidade artística de Camilo Castelo Branco. Duas famílias nobres, os Botelho e os Albuquerque, vêem o ódio mútuo ameaçado pelo amor entre Simão Botelho e Mariana Albuquerque. Simão é um herói romântico, cujos erros passados são redimidos pelo amor; Teresa, uma heroína firme e resoluta em seu sentimento de devoção ao amado. O amor entre estes dois jovens, um amor puro, é contrariado pelo mundo exterior, o hipócrita mundo dos adultos. Essa será a causa da perdição dos amantes, ele como assassino, por amor dela, e ela tuberculosa, por amor dele. A morte de ambos arrasta também a de Mariana, apaixonada por Simão, a mais romântica das personagens, e que procura a morte por não querer sobreviver à morte do amado.</p>
<p style="text-align:justify;">Camilo Ferreira Botelho Castelo Branco nasceu em Lisboa, a 16 de Março de 1825, tendo sido registado como filho incógnito. A morte do pai obrigou-o a ir viver para Trás-os-Montes. Suicidou-se a 1 de Junho de 1890, na freguesia de Ceide, Vila Nova de Famalicão. A extensíssima bibliografia camiliana reflecte a vivência de um profissional das letras cujas paixões e vicissitudes da vida servirão de mote para os enredos das suas produções literárias, para a sua evolução. Na sua escrita estão presentes profundas contradições, oscilantes entre o idealismo e o materialismo. A nível de corrente literária, integra-se no Ultra-Romantismo, não deixando, por isso, e logo desde o início da carreira,  de ter um certo pendor realista. Homem multifacetado, que escreve para sobreviver, tendo utilizado vários pseudónimos ao longo da sua carreira, deixou uma obra que o posicionou como uma das figuras mais eminentes da literatura portuguesa sendo, mesmo, considerado por alguns como o primeiro romancista da Península.</p>
<p style="text-align:justify;">Fonte: blogue <a href="http://bloguilibri.wordpress.com/">Novidades Editoriais</a></p>
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		<title>O Morgado de Fafe em Lisboa</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Apr 2009 00:01:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luísa Alvim</dc:creator>
				<category><![CDATA[O Morgado de Fafe em Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Editores]]></category>

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		<description><![CDATA[
Esta nova edição de O Morgado de Fafe em Lisboa é precedida por uma introdução crítica de Cândido Oliveira Martins. Nesse estudo, contextualiza-se a relevância e o significado da escrita teatral de Camilo e da sua vocação dramática. Salienta-se a variedade dos títulos publicados neste domínio e a sua temática dominante, com este enquadramento:
A gigantesca [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=camilo20.wordpress.com&blog=3067422&post=652&subd=camilo20&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><img src="/DOCUME~1/CECuser3/DEFINI~1/Temp/moz-screenshot-7.jpg" alt="" /><img class="aligncenter size-full wp-image-651" src="http://camilo20.files.wordpress.com/2009/04/morgadolisboa.jpg?w=364&#038;h=574" alt="" width="364" height="574" /></p>
<p style="text-align:justify;">Esta nova edição de O Morgado de Fafe em Lisboa é precedida por uma introdução crítica de Cândido Oliveira Martins. Nesse estudo, contextualiza-se a relevância e o significado da escrita teatral de Camilo e da sua vocação dramática. Salienta-se a variedade dos títulos publicados neste domínio e a sua temática dominante, com este enquadramento:<br />
A gigantesca obra ficcional de Camilo Castelo Branco (1825-1890), que a si próprio se qualificava como &#8220;operário das letras&#8221;, tem injustamente obscurecido outros géneros da escrita deste incansável polígrafo, como é o caso da sua produção dramatúrgica. Autores há que são vítimas quer da sua própria grandeza, quer também da sinuosa e restritiva recepção crítica. [da Introdução crítica]<br />
Ao mesmo tempo, historia-se e justifica-se a popularidade desta comédia de Camilo, através da análise de alguns dos seus processos em matéria de composição teatral e temática, linguística e estilística:<br />
O Morgado de Fafe em Lisboa (1861) é uma admirável farsa camiliana, que se notabilizou, ao longo do tempo, pelo efeito cómico e corrosivo com que investe contra certos ideais, tipos humanos e ambientes característicos do Portugal ultra-romântico de meados do séc. XIX. A graça mordente da sua sátira reside nessa capacidade de anatomia cruel da sociedade burguesa da Regeneração. [da Introdução crítica]<br />
Finalmente, analisa-se o significado estético desta farsa camiliana como invectiva contra certa sociedade e literatura ultra-românticas. Esse mundo enfatuado e piegas, cheio de convenções e etiquetas, dado a uma literatura sentimental e lacrimosa, é objecto de alegre desmistificação paródica e satírica.<br />
Para isso, Camilo opta pela inesquecível figura cómica de um rústico morgado minhoto, de seu nome António dos Amarais Tinoco Albergaria e Valadares. Convidado para um salão lisboeta, ele fala com simplicidade e sem artificiosismos, fazendo assim estalar o falso verniz do &#8220;mundo patarata&#8221; e das frivolidades janotas da burguesia urbana da capital. A franca ruralidade do morgado choca, de modo frontal e cómico, com a pedanteria e a literatice da atmosfera ultra-romântica do tempo.<br />
O estabelecimento do texto desta edição é feito a partir da 2ª edição de O Morgado de Fafe em Lisboa [1865], saída em vida do escritor, em cotejo com a 1ª edição [1861]. <strong>A presente edição é ainda enriquecida por abundantes notas explicativas da linguagem camiliana; e ainda por uma bibliografia crítica.</strong><br />
Inaugurando uma nova colecção de teatro da <strong>editora Opera Omnia</strong>, o grande objectivo é captar novos públicos para a leitura de autores clássicos como Camilo Castelo Branco. Dentro do espírito do Plano Nacional de Leitura, pretende-se seduzir variadas camadas de leitores, quer através da leitura do texto editado, quer através da representação da peça.<br />
O responsável por esta edição de O Morgado de Fafe em Lisboa já anteriormente organizou outras edições de Camilo: Eusébio Macário / A Corja (Porto, Caixotim, 2003); e Novelas do Minho (Porto, Caixotim, 2006); também publicou uma obra didáctica intitulada Para uma Leitura de &#8220;Maria Moisés&#8221; de Camilo Castelo Branco (Lisboa, Presença, 1997).</p>
<p style="text-align:justify;">Fonte blogue <a href="http://livrosoperaomnia.blogspot.com/2009/03/morgado-de-fafe-em-lisboa.html">Opera Omnia</a></p>
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		<title>Obra poética de Camilo editada</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Jan 2009 07:04:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luísa Alvim</dc:creator>
				<category><![CDATA[O Juízo Final e o Sonho do Inferno]]></category>
		<category><![CDATA[Os Pundonores Desagravados]]></category>
		<category><![CDATA[Poesias]]></category>
		<category><![CDATA[Editores]]></category>

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		<description><![CDATA[
A obra poética de Camilo já estava editada nas Obras Completas da Lello, publicadas sob a direcção de Justino Mendes de Almeida. Surge agora uma bela edição da poesia do autor de &#8216;Amor de Perdição&#8217;. Alguma datada, sentimentalista, outra reveladora de um belíssimo sonetista.
É uma antologia do Camilo poeta &#8211; a sua área menos estudada [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=camilo20.wordpress.com&blog=3067422&post=438&subd=camilo20&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-441" src="http://camilo20.files.wordpress.com/2009/01/images.jpg?w=83&#038;h=124" alt="" width="83" height="124" /></p>
<p style="text-align:justify;">A obra poética de Camilo já estava editada nas <a href="http://www.lelloeditores.com/catalogo/detalhe.php?id=80&amp;cat=4&amp;showcat=">Obras Completas da Lello,</a> publicadas sob a direcção de Justino Mendes de Almeida. Surge agora uma bela edição da poesia do autor de &#8216;Amor de Perdição&#8217;. Alguma datada, sentimentalista, outra reveladora de um belíssimo sonetista.<br />
É uma antologia do Camilo poeta &#8211; a sua área menos estudada &#8211; que Ernesto Rodrigues acaba de organizar com o apoio do Centro de Literaturas de Expressão Portuguesa da Universidade de Lisboa (Fundação para a Ciência e Tecnologia). Mais completa do que as de Manuel Simões (a do poeta religioso) e de José Viale Moutinho (que não chega a ser antológica), este volume tem a utilidade de dar a conhecer uma faceta mais desconhecida do autor, cuja obra Justino Mendes de Almeida editou, na totalidade, pela mão da Lello &amp; Irmão.<br />
Camilo começa e fecha a obra com a poesia.  Estreia-se, em 1845, com <em>Os Pundonores Desagravados; O Juízo Final</em> e<em> O Sonho do Inferno </em>(inspirado na <em>Divina Comédia</em>) e encerra com <em>Nas Trevas</em> (1890), onde se encontram alguns dos seus melhores sonetos.<br />
&#8220;Não é de desprezar esta faceta de um autor que abre e fecha o seu caminho literário com a poesia&#8221;, diz o professor Ernesto Rodrigues, acrescentando que, &#8220;com esta, o escritor constrói uma espécie de narrativa, de épica.&#8221; Ou seja, toda a galeria de figuras que entram na ficção são esboçadas na poesia, sendo que o seu vocabulário é do mais copioso que existe.<br />
Na opinião de Justino Mendes de Almeida, &#8220;os seus giros de locução, as suas cadências de frase, as suas formas sintáxicas, o equilíbrio e o ritmo da sua prosa têm a fluência, a harmonia e a limpidez literária das obras magistrais.&#8221; Na poesia, versos de lamento, desespero, excessivos e amortalhados, correctos, cabem ao lado da produção contemporânea ultra-romântica. Lembre-se imagens trágicas como a do coração &#8220;sepulcro vivo de dois filhos mortos&#8221;, na morte quase simultânea de dois filhos únicos de Teófilo Braga (<em>A Maior Dor Humana</em>), ou o poema <em>Jorge</em> quot ; Meu triste filho, passas vagabundo/Por sobre um grande mar calmo, profundo,/ /Sem bússola, sem norte e sem farol!&#8221;(ambos <em>in</em> <em>Nas Trevas</em>, 1887)<br />
Na realidade, diz Ernesto Rodrigues, &#8220;a prosa vive saturada de verso&#8221; e a poesia antecipa a ficção: &#8220;Se buscamos Camilo enquanto poeta, exige-se conhecê-lo como crítico, depoente, prefaciador, antologiador, intertextualizado, leitor, em suma, dos outros, e de si mesmo, na extensão do possuidor de uma biblioteca de poesia, real e imaginária.&#8221;<br />
Na opinião do ensaísta, &#8220;face ao ficcionista o poeta perde, mas era um belíssimo sonetista com poema raros no plano da épica paródica.&#8221; Entre esses momentos, comenta, &#8220;era criador de uma poesia sentimental hoje ultrapassada.&#8221;</p>
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