Camilo e a Biblioteca Municipal de Vila Real

Quatro anos antes de morrer, em 1886, Camilo Castelo Branco publicava “A Boémia do Espírito”, em que se referia à Biblioteca de Vila Real pelas piores razões. O escritor descrevia o espaço como “uma desgraça literária, uma mole indigesta que nem a traça nem as ratazanas seculares […] tinham ousado esfarelar”. Justiça seja feita a Camilo Castelo Branco: na Biblioteca Municipal de Vila Real nada se perde com o tempo. Nem os livros do fundo antigo – muitos datam do século XV – e nem os marcadores improvisados de que os leitores se foram esquecendo nas páginas dos livros.

por Rosa Ramos, Publicado em 16 de Março de 2010
In Ionline

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