Memórias do cárcere

“Não estranhei o ar glacial e pestilento, nem as paredes pegajosas de humidade, nem as abóbodas profundas e esfumadas dos corredores, que me conduziram ao meu quarto.

Em 1846 estive eu preso ali…

O que eu estranhei, à segunda vez que entrei na cadeia, foi a gente que vi.
Eram pessoas de má sombra, e olhar desconfiado.”

 

In Memórias do cárcere
Camilo Castelo Branco

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