Da química e botânica

“O certo é que eu, em 1845, há quase vinte anos, bem que nem sequer entressonhasse o céu e o inferno de escritor, já me empenhava de tecer enredos de romances, enquanto os meus lentes de química e botânica se desvelavam em me fazer compreender que há ácidos e óxidos, e que há vegetais monocotiledóneos e vegetais andróginos: coisas de que eu sinceramente não duvido nem sei nada.”

Camilo Castelo Branco
in A Filha do Doutor Negro (1864)

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