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Archive for the ‘Cartas’ Category

O que me espanta é viver!

[Ex.mº Sn.or]

Não ha que esperar na velhice quando a mocid.e foi desbaratada, contrahindo emprestimos adiantados ás forças da vida porvindoura. Não me admiro deste esfacellamento: o q me espanta é viver.

 

Camilo Castelo Branco

[a Tomás Norton, S. Miguel de Ceide,  7 de Novembro de 1884]

Doze Cartas Inéditas de Camilo Castelo Branco, Lisboa, Portugália Editora, 1964. editor: Luís Norton

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See on Scoop.itCamilo Castelo Branco

O Ribatejo | jornal regional onlineDe Camilo para o Visconde de OuguelaO Ribatejo | jornal regional online“Camilo íntimo, Cartas inéditas de Camilo Castelo Branco ao Visconde de Ouguela” com prefácio de A.

See on www.oribatejo.pt

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Camilo íntimo 2

Senhor Deus, sejas tu quem fores, estejas ou não estejas onde estiveres, põe os teus miraculados olhos e os teus divinos sentidos nas palavras sábias e admiravelmente blasfemas do infinito

 

Camilo Castelo Branco

In ‘Camilo Íntimo – cartas inéditas de Camilo Castelo Branco ao Visconde de Ouguela’, edição Clube do Autor)

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Camilo íntimo 1

“Um coração é o maior tesouro do céu e da terra, o supremo poder abaixo de Deus, e tal, que, se um coração pudesse entrar no Inferno, o Inferno seria aniquilado”

Camilo Castelo Branco

In ‘Camilo Íntimo – cartas inéditas de Camilo Castelo Branco ao Visconde de Ouguela’, edição Clube do Autor

 

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Via Scoop.itCamilo Castelo Branco

Ill.mo e Ex.mo Sr. Sou o cadáver representante de um nome que teve alguma reputação gloriosa n’este país durante 40 anos de trabalho. Chamo-me Camilo Castelo Branco e estou cego. Ainda há quinze dias podia ver …
Via foleirices.blogs.sapo.pt

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Em 1888 é publicado, por Tomás Mendes Norton, um magnífico livro sobre a história, arquitectura e ricos interiores do Mosteiro de Refóios do Lima, de que era proprietário. O seu objectivo era a divulgação e posterior venda de um conjunto de obras de arte que recheavam a casa, com vista à obtenção de fundos que lhe permitissem pagar as dívidas que contraíra.
Segundo Luís Norton, neto de Tomás Mendes Norton, no seu livro Doze Cartas inéditas de Camilo Castelo Branco, as obras de arte não seriam dos artistas de renome internacional que o seu avô julgava que eram.

Tomás Norton iniciou a sua correspondência com Camilo Castelo Branco, em 1884, que teria conhecido através do seu tio bibliófilo com o mesmo nome, amigo de Vieira de Castro, e estes dois amigos de Camilo. Camilo versava as suas cartas com Tomás Norton sobre a questão da autoria das pinturas que se encontravam no Mosteiro de Refóios do Lima. Apesar de Camilo confessar que nada entendia de arte, interessou-se pelas investigações artísticas de T. Norton e com ele se correspondeu durante 2 anos, que coincidiu com um período de doença mais forte  e com preocupações mais agudas sobre o futuro dos filhos.
Não consta que Camilo Castelo Branco tivesse visitado o Mosteiro de Refóios do Lima.
As 12 cartas impressas neste livro foram uma oferta do General Norton de Matos ao seu sobrinho Luís Norton.
Através de uma carta que um dos filhos de Tomás Mendes Norton (o futuro General Norton de Matos), enviou ao pai em 1890, sabe-se que o escritor Eça de Queirós pediu a este, o livro sobre o Mosteiro.

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