A Honra

O coração, cofre de um tesouro, era material: desfez-se. Ficou o tesouro incorruptível e sagrado: a honra. Camilo Castelo Branco, In Doida do Candal, 1867

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O destino do escritor

Não obstante, os famintos de romances com recheio de sucosas cabidelas insistem que o romancista deve imolar ao agrado e contentamento da crítica o gosto destragado da maioria dos leitores. Pensam e aconselham discretamente. Eu por mim tenho querido contentá-los; e, se alguma vez o consegui, foi pontualmente nos livros que esperam no limbo das... Continue Reading →

Missão social do escritor

Reconhece o autor que este livro seria deficientíssimo, se assentasse em alguma ideia fundamentalmente filosófica. Não estamos em terra onde se invista a novela de missão que não seja espairecer o ânimo de estudos atentos, ou desenfastiá-lo dos enojos da ociosidade. Os letrados, que baixam até ao romance, querem-no, dizem eles, filosófico, e apontado a... Continue Reading →

A Doida do Candal

  A Doida do Candal é o título de um romance de Camilo Castelo Branco, publicado em 1867. Publicada pelo editor Campos Júnior, foi um grande sucesso crítico e comercial para o autor, tendo tido duas edições em 1867 e uma terceira em 1888. Resumo da obra: Quando Simão Peixoto ameaça a sua irmã Lúcia... Continue Reading →

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