Camilo e o Dia Mundial do Livro

  Conheci Augusto Soromenho muito infeliz nos mais florescentes em que o gear da desgraça requeima as flores. Ele não tinha flores, nem bifes, nem fraques. Era escrevente em um escritório de barreiras, recebia doze escassos vinténs por dia, desvelava as noites lendo de empréstimo livros obsoletos; e, nas horas feriadas ao seu emprego quotidiano,... Continue Reading →

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