Camilo e Miguel Torga

Camilo! Criado à sombra escalvada do Marão, viera perder-se entre videiras de enforcado. Mas deixara nos seus livros, viva, indelével, a paisagem da infância. E as suas novelas do Minho não são nunca um pacífico enlevo à sombra das ramadas, pastoris cenas de amor do litógrafo Júlio Dinis. Rangem como turbulentas paixões entre o céu... Continue Reading →

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“Eu nunca tive seio de mãe onde encostar a cabeça.” Camilo Castelo Branco, in Quatro Horas Inocentes (1872)

O julgamento de Camilo Castelo Branco – Laborinho Lúcio

A 15 de outubro de 1861 constituiu-se o Tribunal. Da prova testemunhal entretanto produzida não resultava que alguma vez o adultério tivesse sido surpreendido segundo o conceito de flagrante delito previsto na Novíssima Reforma Judiciária. Da prova testemunhal produzida não resultava que alguma vez o adultério tivesse sido surpreendido segundo o conceito de flagrante delito.... Continue Reading →

Os Amigos

Amigos cento e dez, e talvez mais, Eu já contei. Vaidades que eu sentia! Supus que sobre a terra não havia Mais ditoso mortal entre os mortais. Amigos cento e dez, tão serviçais, Tão zelosos das leis da cortesia, Que eu já farto de os ver, me escapulia Às suas curvaturas vertebrais. Um dia adoeci... Continue Reading →

Exposição ‘As mulheres de Camilo’ no Bom Jesus do Monte

A Confraria do Bom Jesus do Monte inaugurou hoje, às 18h00, na Casa das Estampas, a exposição ‘Mulheres de Camilo’, integrada nas comemorações dos 200 anos do lançamento da última pedra do Templo do Bom Jesus do Monte’. Segundo José Carlos Peixoto, mesário da Confraria, esta instituição prossegue, em parceria com a Casa de Camilo,... Continue Reading →

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