Camilo e a Química: Camilo Castelo Branco e as boticadas de Eusébio Macário

No livro Camilo Castelo Branco e as boticadas de Eusébio Macário, o capitão farmacêntico António Costa Torres analisa as referências farmacênticas em "Eusébio Macário" e "A corja". Também "O olho de vidro" merece a este autor algumas considerações. O domínio da química era na altura de Camilo, e até ao desenvolvimento da indústria farmacêutica moderna e... Continue Reading →

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Escrever Camilo: um novo blogue

Escrever Camilo Sim, Camilo Castelo Branco imaginou o amor de Simão e Teresa. Imaginou tanto que teve necessidade de escrever. Há cerca de século e meio, durante o período em que esteve preso na Cadeia da Relação, no Porto, o escritor terminou uma obra. Intitulou “Amor de perdição”. É o seu livro mais conhecido, com... Continue Reading →

Camilo e a Química: o Amor de Perdição

Na obra mais famosa de Camilo Castelo Branco, Amor de Perdição (com o subtítulo história de uma família), escrita em cerca de quinze dias na cadeia da relação, não há referência directas à química, embora o romance seja considerando por vezes (especialmente por quem não o leu) como um paradigma da metáfora estafada da química do amor. Não... Continue Reading →

A Queda de um Anjo

Calisto Elói, morgado de Agra de Freimas, vive numa pequena aldeia, de seu nome Caçarelhos, em perfeita harmonia com a sua esposa, D. Teodora de Figueiroa. O conhecimento dos clássicos, aos quais dedicou as leituras de toda uma vida, encheu-o de uma sabedoria moralista e conservadora que faz com que seja eleito deputado pelo círculo de Miranda. A sua presença... Continue Reading →

Viagem a Famalicão

Fiquei muito emocionada com a visita que fiz à Casa-Museu de Camilo Castelo Branco. Senti nela a ambiência austera camiliana. Este homem de infância infeliz e amores desmesurados foi um grande escritor, um escritor por vezes à força. Em quarenta amos de escrita, entre romances e jornais se fizermos uma média escreveu 4 páginas por... Continue Reading →

Fidalgos

Convém irmos à literatura para de vez em quando. Numa das Novelas do Minho, Camilo Castelo Branco lamenta-se pelo fim dos fidalgos das Terras de Basto. “É pena”, escrevia ele, que foi um retratista de exceção – além de um dos nossos maiores e prodigiosos escritores. Há cada vez menos fidalgos, de facto. Em vez... Continue Reading →

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