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Archive for the ‘O Bem e o mal’ Category

Antes de publicado em volume, este romance saiu em folhetins no Commercio do Porto,  começando a sua publicação em 8 de setembro de 1863. (Marques, 1894: 33)

 CASTELO BRANCO, Camilo – O Bem e o Mal. Porto: Typographia do Commercio, 1863.

CASTELO BRANCO, Camilo – O Bem e o Mal. Lisboa: Livraria de Campos Junior, [1866?].

CASTELO BRANCO, Camilo – O Bem e o Mal. Pelotas (Brasil): Typ. de Antonio Joaquim Dias, 1870. Contrafacção brasileira. Primeiro foi publicada em folhetins do Jornal do Commercio de Pelotas (Brasil).

CASTELO BRANCO, Camilo – O Bem e o Mal. 3ª ed., “Revista e emendada pelo auctor” e com “Prefacio da segunda edição”. Lisboa: Livraria de Campos Junior, 1877.

CASTELO BRANCO, Camilo – O Bem e o Mal. 4º ed., “Revista e emendada pelo auctor” e com “Prefacio da segunda edição”. Lisboa: Companhia editora de publicações illustradas, [1889]. Antes de 1894 já este romance estava traduzido em espanhol (Marques, 1894: 33). Mas não é conhecida a edição (Santos, 1917: 205).

CASTELO BRANCO, Camilo – O Bem e o Mal. 5º ed., “Revista pela ultima edição publicada em vida do auctor e precedida d´uma noticia bibliographica por Henrique Marques”. Lisboa: Livraria de Antonio Maria Pereira, 1897.

CASTELO BRANCO, Camilo, O Bem e o Mal. 5ª ed. Lisboa: Parceria Antonio Maria Pereira, 1902.

CASTELO BRANCO, Camilo – O Bem e o Mal. 6ª ed. Lisboa: Parceria Antonio Maria Pereira, 1910.

CASTELO BRANCO, Camilo – O Bem e o Mal. 7ª ed., conforme a 3ª de 1877. Lisboa: Parceria Antonio Maria Pereira, 1917.

CASTELO BRANCO, Camilo – O Bem e o Mal. 8ª ed. Lisboa: Parceria Antonio Maria Pereira, 1923.

CASTELO BRANCO, Camilo – O Bem e o Mal. 9ª ed., conforme a 3a, ultima revista pelo autor, mas impressa na ortografia original. Lisboa: Parceria Antonio Maria Pereira, 1936.

CASTELO BRANCO, Camilo – O Bem e o Mal. 10ª ed., conforme a 3ª., última revista pelo autor, mas impressa na ortografia oficial. Lisboa: Parceria Antonio Maria Pereira, 1940.

CASTELO BRANCO, Camilo – O Bem e o Mal. 11ª ed., conforme a 3ª., última revista pelo autor, mas impressa na ortografia oficial. Lisboa: Parceria Antonio Maria Pereira, 1946.

CASTELO BRANCO, Camilo – O Bem e o Mal. 12ª ed., conforme a 3ª. última revista pelo autor, mas impressa na ortografia oficial. Lisboa: Parceria Antonio Maria Pereira, 1951.

CASTELO BRANCO, Camilo – O Bem e o Mal. Rio (de Janeiro): Edição da “Organização Simões”, 1955. Prefácio, notas e vocabulário do Prof. Mário Casassanta.

CASTELO BRANCO, Camilo – O Bem e o Mal. 13ª ed. Lisboa: Parceria Antonio Maria Pereira, 1956.

CASTELO BRANCO, Camilo – O Bem e o Mal. 14ª ed. Lisboa: Parceria António Maria Pereira, 1958.

CASTELO BRANCO, Camilo – O Bem e o Mal. 15ª ed. Lisboa: Parceria Antonio Maria Pereira, 1962.

CASTELO BRANCO, Camilo – O Bem e o Mal. 16ª ed. Lisboa: Parceria Antonio Maria Pereira, 1964.

BRANCO, Camilo Castelo, O Bem e o Mal. 17ª ed. Lisboa: Parceria Antonio Maria Pereira, 1967.

CASTELO BRANCO, Camilo – O Bem e o Mal. 18ª ed. Lisboa: Parceria Antonio Maria Pereira, 1969.

CASTELO BRANCO, Camilo – O Bem e o Mal. 19ª ed. conferida pela 2ª ed. de 1868. Lisboa: Parceria Antonio Maria Pereira, 1971. Fixação do texto por Maria Joaquina Nobre Júlio. Nota preliminar de Fernando Mendonça.

CASTELO BRANCO, Camilo – O Bem e o Mal. Lisboa: Círculo de Leitores, 1976.

CASTELO BRANCO, Camilo – O Bem e o Mal. 3ª ed. [S.l.]: Círculo de Leitores, 1977.

CASTELO BRANCO, Camilo – O Bem e o Mal. Lisboa: Círculo de Leitores, imp. 1981. Selecção e notas de Alexandre Cabral.

CASTELO BRANCO, Camilo – O Bem e o Mal. 3ª ed. Lisboa: Círculo de Leitores, imp. 1983. Selecção e notas de Alexandre Cabral.

CASTELO BRANCO, Camilo – O Bem e o Mal. 5ª ed. Lisboa: Círculo de Leitores, imp. 1984. Selecção e notas de Alexandre Cabral.

CASTELO BRANCO, Camilo – O Bem e o Mal. In Obras Completas IV. Porto: Lello & Irmão-Editores, 1985. Estudos biobibliográficos, fixação do texto e anotações de Justino Mendes de Almeida.

CASTELO BRANCO, Camilo – O Bem e o Mal. In Romances Completos I e II. [S.l.]: RBA, 2000-2005.

CASTELO BRANCO, Camilo – O Bem e o Mal. Porto: Caixotim, 2003. Fixação do texto por Maria de Lourdes A. Ferraz. ISBN 972-8651-31-7.

CASTELO BRANCO, Camilo – O Bem e o Mal. 19ª ed.  Lisboa: Planeta DeAgostini, 2005. Pref. Fernando Mendonça; rev. Luís Milheiro; fixação de texto Maria Joaquina Nobre Júlio. ISBN 989-609-270-2.

CASTELO BRANCO, Camilo – O Bem e o Mal. 1ª ed. [S.l.]: Edições Vertical, 2010.

Alem da mencionada, refira-se a seguinte bibliografia sobre esta obra:

LOPES, Óscar – Claro-Escuro Camiliano. In Colóquio Letras. Nº 119 (jan.-mar. 1991). – p. 5-24

MARQUES, Henrique – Bibliographia Camilliana. Lisboa: Livraria de Antonio Maria Pereira, 1894.

SANTOS, Manoel dos – Revista Bibliografica Camiliana, Lisboa: Livraria de Manoel dos Santos, 1917.

SANTOS, Manoel dos – Revista Bibliografica Camiliana, Lisboa: Livraria de Manoel dos Santos, 1923.

(confrontado com catálogos online da Biblioteca Nacional de Portugal, Biblioteca Pública Municipal do Porto, Biblioteca Pública de Braga, Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, Bibliotecas da Universidade de Coimbra, Biblioteca Faculdade de Letras do Porto, Biblioteca Municipal de Matosinhos e Casa de Camilo)

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Camilo Castelo Branco: a moral a serviço das conveniências
Dissertação de Mestrado

Autor
Unidade da USP
Imprenta São Paulo,2009
Resumo
A imagem de Camilo Castelo Branco é, em geral, vinculada a romances de cariz sentimental e moralizante. Acredita-se, por vezes, que essas narrativas, supostamente ocupadas pela temática amorosa, não comportam discussões de ordem histórica, política ou filosófica. Contudo, se se observar como o romancista dialoga com as muitas teorias filosóficas e literárias formuladas no século XVIII e XIX, bem como com os eventos políticos do mesmo período, percebe-se que se trata de um escritor consciente do universo sócio-cultural do qual fazia parte. De fato, no vasto legado literário do autor de São Miguel de Ceide encontramos um retrato da sociedade oitocentista, que é analisada sobretudo no que concerne ao aspecto moral. A partir da principal instituição burguesa, a família, Camilo discorre acerca da moral, mostrando que mães, pais e filhos que segundo a ideologia dos teóricos oriundos da Revolução Francesa deveriam cumprir diferentes papéis dentro do lar, a fim de contribuir para a moralização social – aderem ou refutam os conceitos pré-estabelecidos de acordo com suas necessidades. Vê-se a mesma adaptação quando se trata dos membros da Igreja. Com efeito, os padres e freiras dos romances camilianos, normalmente, não respeitam as leis do cristianismo, nem tampouco a moral difundida pela burguesia; quando o fazem, em raras ocasiões, é somente para conseguirem benefícios individuais. Nesse sentido, Camilo Castelo Branco denuncia que, na sociedade que representa, a moral está a serviço das conveniências.

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