Camilo é uma floresta

1. Isto vai meter as Pussy Riot, emigrantes em Portugal e aquele passarinho que veio pousar no meu computador, mas antes do mais vou engolir as palavras de Guerra Junqueiro quanto à ausência de árvores em Camilo Castelo Branco. Como o leitor é sempre o último a escrever, o meu leitor em Geraz do Lima... Continue Reading →

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Minho

O Minho lucra muito, visto assim de passagem, na imperial de uma diligência, lá muito no galarim do tejadilho, onde as moscas não se álem a ferretoar-nos a testa e a sevandijar-nos os beiços convulsos de lirismo. Viu V. Ex.ª perfeitamente o Minho por fora: as verduras ondulando nas pradarias, os jorros de água espumando... Continue Reading →

O comendador

(da dedicatória da novela O Comendador) A D. António da Costa Em testemunho da regalada leitura que V. Ex.ª me deu com o seu MINHO, lhe ofereço uma das novelas de cá. O Minho tem o romanesco da árvore e o romance da família. A paisagem sugeriu-lhe, meu caro poeta, as prosas floridas do ridente... Continue Reading →

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