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Simão e Teresa no século XX? Deve ser engano! Tem razão em achar estranho pois estes são os nomes das personagens do Amor de Perdição, de Camilo CasteloBranco, mas o livro existe e a história é engraçadíssima.
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Amor de Perdição – Camilo Castelo Branco http://t.co/tkTmVLzs…
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(…) Reparar, quando o coração repara mais que o juizo, é amar. _____________Camilo Castelo Branco : Amor de Perdição ______________ (Photo: (…) Reparar, quando o coração repara mais que o juizo, é amar.
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Realização didáctica das memórias de uma família (Obra de Camilo Castelo Branco – Amor de Perdição, Realização Didáctica – http://t.co/9xb3e2Wi…)…
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Abílio Manuel Guerra Junqueiro (Freixo de Espada à Cinta, 17 de Setembro de 1850 — Lisboa, 7 de Julho de 1923) foi o poeta mais popular da sua geração. Estudou Teologia em Coimbra, mas não concluiu o curso, mudando para Direito.

Os seus poemas antimonárquicos contribuíram para a implantação da República. Mas se o recordo aqui é por causa do seu livro “A Velhice do Padre Eterno”, de 1885, obra que mereceu o repúdio da Igreja Católica. Um dos mais acérrimos críticos de Junqueiro foi o padre açoriano, grande apologeta que dava tudo por uma boa polémica, José Joaquim de Sena Freitas (1840-1913).

A partir de 1886, o grande sucesso de Guerra Junqueiro passou a ser publicado com um “Estudo de Camilo Castelo Branco”. O romancista defende o poeta, dizendo que não é um verdadeiro ateu, mas um crente à maneira de Voltaire. Primeiro parágrafo do estudo:

“Desde que o nervoso poeta iconoclasta Guerra Junqueiro atirou às ventanias tempestuosas da opinião pública vinte e oito sátiras com o rótulo de «Velhice do Padre Eterno», as tais ventanias, irrompendo dos odres, começaram a rugir que o poeta é… ateu! Que o dissesse a cleresia, não havia que estranhar à sua boa fé nem à sua inteligência; mas que o digam, com gestos escandalizados, uns leigos – leigos em duplicado – críticos inéditos, mas mexeriqueiros esclarecidos de leituras teutónicas, isso é que me impele a defender, sem procuração, o poeta da calúnia ateísta”.

Para ter uma ideia da obra de Junqueiro, leia-se o início do poema “O Génesis”.

Jeová, por alcunha antiga – o Padre Eterno,
Deus muitíssimo padre e muito pouco eterno,
Teve uma ideia suja, uma ideia infeliz:
Pôs-se a esgaravatar com o dedo no nariz,
Tirou desse nariz o que um nariz encerra,
Deitou isso depois cá baixo, e fez-se a terra.
Em seguida tirou da cabeça o chapéu,
Pô-lo em cima da terra, e zás, formou o céu.
Mas o chapéu azul do Padre-Omnipotente
Era um velho penante, um penante indecente,
Já muito carcomido e muito esburacado,
E eis aí porque o céu ficou todo estrelado.

O poema termina com o Padre Eterno a descansar após a criação de Adão. O último verso é este, redito por Saramago durante a polémica do lançamento de “Caim”:

E até hoje, que eu saiba, inda não fez mais nada.

In Blogue A Tribo de Jacob

(sem título)

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No âmbito dos seus objetivos programáticos, a Casa de Camilo tem vindo a preparar um conjunto de exposições itinerantes que visam atingir um leque mais amplo e variado de públicos, conferir maior dimensão ao alcance didático e pedagógico das…
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Que tal unir o romantismo de Paris ao encanto de Victor Hugo em único cenário?  No número 6 da mágica Place des Voges você encontra a casa de um dos melhores escritores franceses da história.
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Tema: Programação Museológica em Casas-Museu Data: 06 de Fevereiro de 2012Local: Casa dos Patudos – Alpiarça Inscrições:E-mail:  museudospatudos@cm-alpiarca.ptTel.
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#frases “O amor é uma luz que não deixa escurecer a vida.” (Camilo Castelo Branco) http://t.co/KkdIVbkF…
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Camilo Castelo Branco – “Os amigos”. 07.01.2012. Amigos cento e dez, e talvez mais, Eu já contei. Vaidades que eu sentia! Supus que sobre a terra não havia. Mais ditoso mortal entre os mortais. Amigos cento e dez, tão …
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